Em Brasília e com dez sogipanos, Seleção Brasileira disputa Grand Slam a partir de domingo

Grand Slam de Brasília começa neste domingo

O Grand Slam de Brasília marca o retorno do Circuito Mundial de judô ao Brasil. E nesta volta, o judô gaúcho estará representado por dez atletas da Sogipa, que embarcaram nesta sexta-feira para se juntar à delegação brasileira. Competindo em casa, entre 6 e 8 de outubro, os sogipanos terão a chance de somar pontos importantes no ranking mundial, visando os Jogos Olímpicos de Tóquio. Nos três dias de competição, as lutas estão programadas para começar às 10h e o bloco final, às 16h.

O esquadrão feminino do clube conta com as experientes atletas Maria Portela (70kg) e Mayra Aguiar (78kg). Ainda, as convocações, no meio-médio, de Aléxia Castilhos, Ketleyn Quadros e Ryanne Lima se destacam, já que as sogipanas ocupam três das quatro vagas que o país detém em cada categoria.

“Estou muito feliz que o Brasil volte a sediar um Grand Slam. Sempre gostei de lutar em casa, com a torcida a meu favor. Espero fazer uma boa competição”, destaca Mayra Aguiar, que volta a competir pelo Brasil, no Brasil, após três anos. A última vez foi inesquecível: a medalha de bronze dos Jogos do Rio-2016.

No naipe masculina, Felipe Kitadai (60kg), Daniel Cargnin (66kg), David Lima (73kg), Rafael Macedo (90kg) e Leonardo Gonçalves (100kg) vão em busca de subirem ao pódio do Grand Slam. O treinador da Sogipa, Antônio Carlos Pereira, o Kiko, compõe a delegação técnica brasileira na competição. Técnico da Kiai, Douglas Pötrich, também foi escalado para ajudar o Brasil na competição.

E atleta brasileiro é o que não vai faltar em Brasília. São, ao todo 56 judocas do Brasil no torneio. O evento contará com 347 atletas de 60 países. Entre eles, o multicampeão olímpico e mundial Teddy Riner, da França, que desembarcou na capital federal nesta sexta, e com um convite à torcida: “Venham torcer por nós”.

De volta ao Brasil

O Grand Slam será disputado pela quinta vez em solo verde e amarelo. As quatro primeiras edições foram em 2009, 2010, 2011 – ano em que Mayra Aguiar foi destaque, com apenas 20 anos – e 2012, todas no Rio de Janeiro. Assim, Brasília estreia na rota dos grandes eventos internacionais da modalidade em grande estilo, já que, por conta da acirrada corrida mundial pelos pontos no ranking classificatório para Tóquio 2020, a competição promete uma disputa de alto nível em termos técnicos e competitivos.

E lutar em casa traz sorte ao Brasil. Os judocas já levaram a bandeira verde e amarela ao pódio de um Grand Slam no Brasil em 61 oportunidades, entre 2009 e 2012. Agora em 2019 será o primeiro capítulo desta volta. O Grand Slam de Brasília também está confirmado para 2020.

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