Marinha abre vagas para judocas

Mal em Paris, Seleção tentará recuperação em Obertwart

A bem da verdade, foi um fim de semana para esquecer. E a Seleção Brasileira despediu-se do Grand Slam de Paris sem conquistar um pódio sequer. A competição ocorreu ao longo desse fim de semana e teve o Japão, com cinco ouros e 15 pódios ao todo, como o grande vencedor.

Mayra Aguiar (78kg), que pisou no tatame de Bercy com a meta de brigar pelo tri, caiu logo na estreia. Maria Portela (70kg) avançou uma fase, mas caiu na segunda luta. As também sogipanas Nathália Brígida (48kg), Aléxia Castilhos (63kg) e Ketleyn Quadros (63kg) perderam nas respectivas primeiras lutas.

O melhor resultado do Brasil foi alcançado por Rafaela Silva (57kg). Ela chegou a disputar medalha, mas terminou na quinta colocação.

“O resultado não foi dentro da nossa expectativa, sabemos”, reconheceu o gestor da Seleção, Ney Wilson, que citou em seguida: “O problema não é errar. O problema é a atitude após o erro”. O sensei Antônio Carlos Pereira, o Kiko, lembrou que os europeus estão em fase de competições mais avançada, enquanto as brasileiras estão iniciando o ciclo. “Final de semana ruim para o judô brasileiro, mas não é o fim do mundo”, comentou. “É trabalhar que os resultados virão.”

A oportunidade da volta por cima vem daqui a pouco. No próximo sábado, o mesmo grupo que lutou em Paris disputará o Aberto de Oberwart, na Áustria. Além disso, no fim de semana seguinte, aí também com a equipe masculina, a Seleção disputará o Grand Slam de Düsseldorf, na Alemanha.

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